Bizarra política de alianças. Chegado ao fim de vinte dias tranquilos, já comigo me desavim, a cabeça à noite abjurando o estado pacífico, o acordar desejando humilhações como outros a felicidade química, e depois, para que não se julgue que poesia é consolo, Shakespeare como 149 mastins: “What merit do I in myself respect, / That is so proud thy service to despise, / When all my best doth worship thy defect, / Commanded by the motion of thine eyes?”
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